
⚠️ Luciano Vianna usa artistas em evento previsto pro dia 07/12 em Volta Redonda para promover esquema investigado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro por crimes contra a sócia e coautora da marca.
Lamentável ver no que a Festa Ploc — evento do qual Pillar Gama é coautora, sócia legítima e DJ oficial por mais de uma década — se tornou nas mãos de um grupo de homens que deveria, no mínimo, ter vergonha do que está fazendo.
Músicos, produtores e intermediadores estão promovendo eventos usando ilegalmente a marca da empresária, mesmo plenamente CIENTES:
- do litígio judicial em curso;
- das investigações criminais instauradas;
- da extensa documentação que comprova estelionato continuado, subtração de repasses, violência patrimonial contra a mulher, falsidade ideológica, abuso digital e outras condutas atualmente objeto de investigação criminal pelo Ministério Público do Rio de Janeiro.
Mesmo assim, seguem aceitando migalhas para participar de eventos que promovem a revitimização da empresária pela prática reiterada de supostos potenciais crimes em cadeia, lesando-a patrimonialmente há TRÊS anos e dessa forma, sustentando a figura central desse esquema: um sócio estelionatário compulsivo, que dá continuidade à sua “carreira” às custas:
- do trabalho da empresária por quase das décadas dedicadas à Festa Ploc,
- sua imagem,
- seu patrimônio,
- e o dinheiro da sua herança – subtraído após a compra de cotas da Festa que nunca foram devidamente entregues à empresária
A quem insiste em subir nesses palcos:
Não é “apenas trabalho”.
É conivência.
É oportunismo.
É cumplicidade ativa com a violência que vem sendo praticada contra a única mulher e sócia formal da Festa Ploc.
Um artista ciente da existência do litígio e que, mesmo assim, aceita participar, não está sendo profissional.
Está sendo cúmplice e parte do problema.
Ao público que compra ingresso mesmo sabendo:
Apoiar um evento em que um dos sócios está investigado criminalmente por uma série de crimes praticados contra a própria sócia é legitimar a continuidade delitiva.
É financiar:
- estelionato,
- ocultação e desvio de valores,
- violência patrimonial contra a mulher,
- falsidade ideológica,
- abuso psicológico,
- abuso digital,
- ameaças,
- e a perpetuação de um golpe que começou após o falecimento do pai da empresária, dj e coautora da Festa Ploc enquanto ela estava acometida por sequelas neurológicas causadas por um gravíssimo acidente de carro ocorrido poucas semanas após a assinatura do contrato com o sócio investigado.
Não romantizem.
Não minimizem.
Não chamem de “treta”.
Isso é crime — e crime não é entretenimento.
Aos fãs da Festa Ploc: ABRAM OS OLHOS.
Há 3 anos, um grupo de homens se reúne para fazer exatamente a mesma coisa:
enriquecer às custas de uma mulher silenciada à força por um sócio que sabota suas redes sociais, enquanto a ataca em sites e redes da Festa monopolizados por ele, calando-a, sabotando-a profissionalmente, difamando-a, desautorizando-a publicamente e violentando-a psicológica e patrimonialmente ao apagarem sua imagem e história das redes sociais da Festa que foram usurpadas pelo sócio investigado, que promove perseguição digital contra ela promovendo denúncias caluniosas contra todo e qualquer perfil criado pela empresária na tentativa de voltar a trabalhar e de informar o público sobre a VERDADE DOS FATOS, desrespeitando seus direitos legítimos como única sócia formal da Festa Ploc, numa covarde tentativa de apagá-la por completo da história do próprio evento que ajudou a construir e – inclusive, a nomear.
Em suas redes sociais Pillar Gama afirma com veemência: “Ninguém vai me calar’.
Pillar Gama é: Empresária /DJ oficial / Coautora da marca e Sócia silenciada da Festa Ploc