Este comunicado apresenta o posicionamento oficial da Festa Ploc sobre a decisão editorial do programa Altas Horas, da Rede Globo, de homenagear a Festa levando ao ar o investigado criminal, Luciano Vianna, mesmo após alerta prévio sobre os crimes pelos quais o sujeito está sendo investigado, litígio existente e a condição do sujeito em procedimento criminal que envolve, entre outros pontos, violência patrimonial e psicológica contra mulher: a única sócia formal e legítima da marca.
O objetivo deste texto é registrar, de forma pública e documental, que a Festa Ploc repudia a conduta irresponsável da direção e da produção do programa Altas Horas, que foram informadas com antecedência sobre o conflito, mas optaram por seguir com a participação do investigado, assumindo o risco civil solidário, reputacional e ético dessa escolha.
A Festa Ploc é uma marca consolidada no cenário de eventos retrô, com atuação há anos no mercado de entretenimento. Pillar Gama, vítima há mais de três anos da violência promovida por Luciano Vianna (primo de primeiro grau da empresária), é a única sócia formal, administradora, produtora, coautora e DJ oficialmente vinculada à marca perante os registros societários e documentais.
Entre as condutas ilícitas supostamente promovidas por Luciano Vianna (já amplamente reconhecido pelo status de investigado criminal no caso) levadas ao conhecimento das autoridades, constam alegações de estelionato, fraude, falsidade ideológica, esbulho patrimonial e violência psicológica continuada em contexto de sociedade empresarial, de relação profissional assimétrica e concorrência desleal. Tais fatos não estão apenas documentados em procedimentos instaurados perante o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) como também já foram comunicados ao juízo competente possuindo, inclusive, número processual..
O objetivo da notificação enviada pela direção executiva da Festa Ploc ao diretor Adriano Ricco (que a ignorou, gerando a reprovação de sua conduta pela direção da Festa Ploc) não era interferir na linha editorial do programa, mas prevenir a legitimação pública de um cenário de violência reiterada contra a mulher, disputa patrimonial, abuso psicológico, fraude e provável estelionato em série cometido por Luciano Vianna, não só em apuração pelos órgãos competentes, como já tendo sido comunicado ao juízo.
Apesar desse alerta, a participação do investigado foi mantida, sem qualquer menção à existência do conflito ou espaço para direito de resposta da vítima – parte diretamente atingida. O que deixa o público da Festa Ploc indignado e a Direção Executiva da Festa Ploc se pergunta é: O programa Altas Horas é a favor da violência contra a mulher? Pois foi o que ficou aparente.
Atuação do Ministério Público e comunicação ao juízo competente
De acordo com documentos formais, bem como processo instaurado, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro já promoveu comunicação formal ao juízo competente acerca das reiteradas condutas ilícitas atribuídas a Luciano Vianna no caso Festa Ploc.
Na prática, isso significa que, após investigação criminal e análise preliminar dos elementos apresentados, o MPRJ considerou o caso de extrema relevância a ponto de levar ao conhecimento do Poder Judiciário o conjunto elementos probatórios relativo aos supostos crimes praticados por Luciano Vianna em contexto de sociedade empresarial, violação patrimonial e violência contra a mulher.
É importante destacar que, neste momento, não se trata de antecipar juízo de culpa, mas de registrar que há procedimento oficial em curso e que tais informações foram entregues à direção do programa Altas Horas, estavam disponíveis para consulta e poderiam ter sido facilmente verificadas, antes de se promover publicamente o investigado criminal por violência contra a mulher e estelionato em série, Luciano Vianna, em rede nacional.
Ao optar por manter a homenagem e ignorar o alerta prévio, a equipe do programa Altas Horas assumiu um risco institucional relevante. Quando um programa de grande audiência escolhe dar palco a alguém que responde a questionamentos graves formulados por uma vítima — especialmente em contexto de violência patrimonial e psicológica contra mulher — essa escolha passa a ter consequências que ultrapassam o mero entretenimento.
A mensagem simbólica enviada ao público é perigosa: a de que denúncias estruturadas, notificações formais e apelos de vítimas podem ser facilmente descartados em nome da conveniência, da audiência ou de interesses comerciais.
Em um cenário em que a própria emissora se posiciona, em campanhas institucionais, contra a violência de gênero, ignorar o relato da vítima, uma mulher e única sócia de direito fragiliza esse discurso e alimenta o sentimento de descrédito de mulheres que buscam proteção e visibilidade para situações semelhantes.
Do ponto de vista humano, a decisão editorial de levar ao ar o investigado agrava a sensação de silenciamento e apagamento histórico de uma coautora da marca promovido de forma fraudulenta e intencionalmente por Luciano Vianna contra sua única sócia formal, a empresária, produtora, dj e coautora da Festa Ploc – Pillar Gama, que vive há mais de três anos sob o peso de abusos reiterados com contínuas tentativas de censura e silenciamento promovidas deliberadamente por Luciano Vianna nas redes sociais, configurando um quadro de usurpação identitária, além da clara violência psicológica e patrimonial continuada.
Do ponto de vista institucional, a marca Festa Ploc sofre impacto reputacional direto quando a narrativa pública é monopolizada por apenas um dos envolvidos na disputa, especialmente aquele cuja conduta é objeto de investigação pelas autoridades competentes e comunicação ao juízo realizada pelo MPRJ
Ao desconsiderar a existência da única sócia formal e coautora da Festa Ploc em suas pautas, o programa contribui para continuidade da violência contra a mulher praticada há três anos pelo investigado, bem como para a manutenção de uma versão única e parcial dos fatos, o que contraria princípios básicos de equilíbrio, transparência e responsabilidade social e ética na comunicação.
Este texto não tem por finalidade substituir a atuação do Poder Judiciário, tampouco antecipar decisões que cabem exclusivamente às autoridades competentes. O propósito é:
- registrar que houve notificação prévia à equipe do programa sobre o litígio existente;
- informar que o caso já alcançou o patamar de comunicação formal ao juízo pelo Ministério Público e que portanto, possui número processual;
- evidenciar o impacto concreto que decisões editoriais podem ter na vida de uma mulher em situação de extrema vulnerabilidade patrimonial e psicológica, vítima de violência continuada no contexto do caso em questão;
- reafirmar que a marca Festa Ploc possui sócia formal, produtora, representante feminina, DJ oficial, coautora da marca e administradora que não autoriza o apagamento de sua trajetória nem a distorção de sua participação na história da festa.
Ao tornar público este posicionamento, a Direção Executiva e o Departamento de Comunicação e de Compliance da Festa Ploc reafirma seu compromisso com a verdade dos fatos, com a proteção de sua única sócia legítima e com a defesa de padrões mínimos de ética, diligência e respeito à dignidade da mulher em qualquer ambiente, seja artístico, empresarial ou midiático.
Compromisso da Festa Ploc com integridade e transparência
A Festa Ploc, por meio de sua representação legítima, segue à disposição das autoridades competentes para esclarecimentos, apresentação de documentos e colaboração integral com a verdade processual.
No âmbito da comunicação pública, este site continuará a registrar, de forma responsável e documentada, cada avanço relevante dos procedimentos oficiais
Departamento de Comunicação Institucional e de Compliance – Festa Ploc
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