
“Parabéns, garotão!” – Quando o musical da Festa Ploc vira conluio.
Publicado originalmente em 02/09/2025. Atualizado em 17/11/2025.
Roteiristas. Diretores. Atores. Títulos fáceis, quando se pula as etapas éticas.
O musical da Festa Ploc foi uma ideia concebida por Pillar Gama — mas escrito, ensaiado e veiculado à minha revelia, desconsiderando minha posição como sócia-administradora formal e legítima da empresa à qual a marca “Ploc” pertence.
Enquanto Luciano Vianna afirmava estar aguardando uma resposta do ator Daniel Del Sarto para possível participação no projeto, ambos já tocavam o musical integralemente pelas costas da única sócia formal da Festa Ploc.
Na semana da estreia, Pillar foi surpreendida com a própria estreia — e com um “convite” para me apresentar como DJ tocando música ambiente… na porta do teatro, abaixo de uma escada, ao lado da bomboniere, “recepcionando os convidados.”
Nada contra a função de hostess. Mas essa não era, nem de longe, a função que Pillar Gama propôr desempenhar no musical que idealizou, visto sua vasta experiência e formação em artes cênicas.
Nada foi acordado. Nada foi assinado. Nenhum centavo foi repassado à Pillar. Nenhum crédito compartilhado.
E quando Daniel Del Sarto foi notificado por Pillar Gama, como sócia-administradora da empresa, respondeu com ameaça de processo por “injúria”, dando a entender que não gostaria de ser incomodado pela dona da marca — numa evidente tentativa de intimidação, ignorando por completo a gravidade do litígio societário já em curso.
Isso não é cultura. Isso não é entretenimento. Isso evidencia:
- Conluio
- Estelionato
- Falsidade ideológica
- Uso indevido de marca
- Violência patrimonial
- Perseguição digital
- Apagamento sistemático
- Ameaça
- Fraude documental
- Silenciamento de sócia
- Associação para fins ilícitos
Tudo isso já está sendo formalmente investigado pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro.
A quem se associa sabendo — ou fingindo não saber — que há litígio judicial em curso, que não se surpreenda ao ser intimado a prestar esclarecimentos à justiça mais cedo do que imagina.
Porque enquanto uns colecionam homenagens públicas, a sócia formal e coautora da Festa Ploc coleciona evidência.
E o que mais espanta a única sócia legítima da Festa Ploc não é a tentativa descarada e ingrata de apagar uma sócia formal da história da própria empresa. É ver a TV Globo — por meio do programa Altas Horas — dar palco e prestígio a investigados criminais, sob direção de Adriano Ricco e chancela de Serginho Groisman.
Isso não é desinformação. É escolha. E quando a mídia escolhe celebrar investigados com processo em curso, o nome disso é: impunidade institucional.
Parabéns, Daniel Del Sarto. Há três anos usufruindo do que não lhe pertence — e há três meses sob
investigação formal por isso.
Aplausos a quem se faz de artista, enquanto age como cúmplice.
A Justiça já começou a bater à porta. E ela não estreia em silêncio.
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