Ploc News/ Festa Ploc no Aerotown — Evento ocorreu repleto de irregularidades e sob gravíssimo contexto de investigação criminal.

Show da Festa Ploc realizado ontem, na Barra, repleto de irregularidades, alerta público e contratantes.

A Festa Ploc, apesar de comercializada de forma irregular, permanece sob investigação criminal formal por parte das autoridades policiais e do Ministério Público do Rio de Janeiro. O público comparece, mas intermediadores, organizadores e contratantes seguem sendo alertados sobre riscos legais e responsabilizados civil e criminalmente pela contratação em caso de descumprimento de notificação enviada pela direção da Festa.

Na noite de ontem, sexta-feira (06/12/2025), ocorreu mais um evento da marca Festa Ploc no shopping Aerotown, na Barra da Tijuca. Apesar do clima de entretenimento, o evento, realizado sem autorização da única sócia formal, foi produzido de forma irregular, tendo como rosto de divulgação o artista Silvinho Blau Blau (sem procuração da única sócia formal da marca, já notificado dos riscos legais e, portanto, sem competência legal para atuação como produtor/intermediador do evento). O show se insere no contexto gravíssimo de uma investigação criminal em curso, envolvendo o uso da marca, contratos, desvio de lucros, subtração de bens patrimoniais e práticas de sabotagem digital contra a única sócia formal da Festa Ploc, a empresária, produtora, DJ e coautora da marca – Pillar Gama.

A realização do show no Aerotown chamou atenção devido ao momento jurídico vivido pela marca. Segundo informações oficiais, o caso já se encontra sob análise de delegacia especializada, com documentação entregue não só às autoridades policiais como também ao Ministério Público e à Corregedoria do Ministério Público, que vem supervisionando o caso.

Contratantes e produtores foram informados, de forma transparente, sobre as investigações criminais em curso, sobre o litígio envolvendo o uso indevido da marca por um dos sócios, bem como por artistas que nunca tiveram procuração para revendê-la; sobre os riscos que assumem, civil e criminalmente, de forma solidária, ao se associarem à comercialização da marca; e sobre a distribuição de lucros, que não são repassados há mais de três anos à Pillar Gama – única sócia formal, de fato e de direito, da Festa Ploc, conforme contrato verdadeiro de compra e venda da marca, além de robusta documentação descrita nos procedimentos investigativos e judiciais em andamento.

O evento transcorreu normalmente para o público, com repertório nostálgico dos anos 80/90. No entanto, nos bastidores, o clima devastador de insegurança jurídica permanece.

A principal questão levantada pelas autoridades é: quem lucra e quem presta contas?

A empresária e DJ oficial da Festa Ploc, Pillar Gama, afirma que não recebe repasses de lucros desde 2022 e que sua imagem pública e perfis digitais foram alvo de difamação, sabotagem, boicotes, quedas e denúncias automatizadas – tema hoje documentado e investigado página por página, episódio por episódio.

“Não é uma questão de barrar shows. Ninguém quer impedir a diversão de ninguém. É uma questão simples: transparência, prestação de contas e respeito contratual. Se existe marca, existe sócia. Se existe sócia, existe direito autoral e direito patrimonial. Crime não é entretenimento.”

Afirma Pillar Gama – única sócia formal, diretora, DJ e coautora da Festa Ploc.

O caso permanece sob investigação formal. A Festa Ploc continua, contraditoriamente, ocorrendo, mas sob acompanhamento jurídico e com responsabilização civil e criminal de produtores e contratantes por infringirem direitos autorais, marcários, de propriedade intelectual e de terceiros.

Qualquer contratante pode entrar em contato diretamente para esclarecimentos:

📧 contato@festaplocoficial.com.br
🌐 www.festaplocoficial.com.br

Matéria baseada em contatos realizados e fatos observáveis.
Direito de resposta assegurado.

Proibido revender Festa Ploc

Imagem ilustrativa.
Revenda e intermediação da marca sem autorização formal de ambos sócios é irregular e está sujeita a responsabilização civil e criminal solidária.