A Traição Pública de um Artista que se Dizia Amigo
Atualização publicada em 15/11/2025
Dias depois da publicação de um vídeo que expunha a hipocrisia rolando solta nos bastidores de um evento da Festa Ploc realizado em abril — acompanhado da narração e legenda que estão logo abaixo — teve início a segunda camada da violência.
O artista responsável pelo vídeo, originalmente postado em seu próprio TikTok sob o título
“Vlog da Festa Ploc”, sem qualquer anuência da administração da Festa, entrou em contato por WhatsApp para
reclamar da republicação do vídeo realizada por sua sócia formal, Pillar Gama, em um de seus perfis
profissionais, afirmando que “o vídeo era dele” e que não poderia ser utilizado.
Sim: o mesmo vídeo gravado dentro do camarim da Festa Ploc, ambiente de produção custeado, organizado e
administrado pela empresa que o estava contratando.
Na mesma semana, Luciano Vianna reivindicou os direitos autorais do perfil oficial da Festa Ploc no TikTok, gerenciado por sua sócia, apresentando documentação supostamente adulterada, o que levou à derrubada integral da conta.
O perfil permaneceu três meses fora do ar, período em que a administradora, coautora e única sócia formal — Pillar Gama — precisou explicar repetidamente ao suporte que aquilo fazia parte de um contexto de sabotagem profissional, violência patrimonial, provável fraude, falsidade ideológica e perseguição continuada.
Em resumo:
o artista acionou Pillar por WhatsApp reivindicando os direitos autorais do vídeo gravado nos bastidores do evento da empresária. Reivindicações do mesmo vídeo feitas por ele diretamente à plataforma, reforça o quadro de continuidade da violência patrimonial já praticada de forma reiterada contra a empresária, diretora, sócia legítima e produtora do evento do qual referido artista participa.
Luciano Vianna reivindicou à plataforma, de forma supostamente fraudulenta o perfil após a viralização de um vídeo da empresária expondo os supostos ilícitos dos quais vêm sendo vítima reiterada há 3 anos
A plataforma derrubou integralmente o perfil mas após quase 3 meses, reavaliou o caso, reconheceu o engano e voltou com o perfil da produtora, empresária e coautora da Festa Ploc, Pillar Gama, pro ar —
E o fato ainda mais estarrecedor é que apesar de todos os artistas terem plena ciência de todas as covardias às quais a empresária vêm sendo vitimada ha 3 anos de forma reiterada, ninguém, sequer, é capaz de questionar o cenário, colaborando ainda que indiretamente com a perpetuação do cenário de violência contra a única sócia formal (de fato e de direito) da Festa Ploc, à qual todos tiram proveito em benefício próprio.
Esse silêncio coletivo diz mais do que o vídeo em si.
Revela quem escolheu, por conveniência, ignorar três anos de denúncias públicas, de continuidade delitiva explicitada via
redes sociais e de notificações formais previamente enviadas aos artistas.
A Diretoria da Festa esclarece que nunca houve pedido, por parte da sócia formal da Festa Ploc, para que qualquer artista deixasse de trabalhar. A única solicitação feita pela administradora foi simples: que não desrespeitassem, não aderissem à violência e não colaborassem, direta ou indiretamente, com a narrativa criminosa utilizada para sabotar profissional e digitalmente a sócia da Festa Ploc, como por exemplo, divulgando o evento com sua marca nas redes sociais – O que foi reiteradamente pedido pela empresária à artistas como Fábio Ventura, à quem a empresária explicou todo o contexto e que ainda assim, a desrespeitou ao manter concorrência digital desleal com a vítima sob contexto de violência patrimonial de conhecimento público e sabotagens digitais reiteradas. A sócia e coautora da Festa Ploc, Pillar Gama, para além do sofrimento público que já vinha encarando, comunicou particularmente o artista explicando-lhe todo o contexto, que ainda assim não a atendeu a solicitação, bem como não respondeu notificações posteriores da diretora e sócia administradora da Festa Ploc.
Apesar dos apelos e comunicados reiterados de Pillar Gama, a postura contrária de alguns artistas caracteriza desprezo, oportunismo e total ausência de empatia — revelando conivência por conveniência e uma escolha consciente de lucrar em cima da dor de quem chamavam de “amiga”.
Por isso este registro precisa existir neste site.
Porque, naquela semana, não foi apenas um vídeo que foi reivindicado.
Foi a revitimização da própria dona da Festa, provocada por um quadro de violência institucional normalizado pelos artistas cujos cachês são pagos com capital da sócia administradora do evento — e cujo resultado, por eles ainda foi publicamente comemorado e exposto, numa clara demonstração de desumanidade e desprezo pela dor alheia, em suas redes sociais.
A administração da Festa Ploc reconhece que cada profissional é livre para se apresentar e divulgar seus próprios shows onde desejar.
O problema nunca foi o trabalho em si, mas a postura de quem decide publicar conteúdo festivo, divulgar o nome da Festa Ploc sabendo que a sócia legítima da Festa trava há 3 anos batalha judicial para retomar seus perfis profissionais, violados por terceiros, e como se tamanho desrespeito não bastasse, exibir bastidores como se tudo estivesse sob plena normalidade em contexto já reconhecido publicamente de violência continuada — enquanto a sócia formal, Pillar Gama, luta há três anos contra sabotagem patrimonial, apagamento digital, supostos crimes de fraude, estelionato, falsidade ideológica, desvio de lucros e perseguição profissional reiterada, ilícitos pelos quais Luciano Vianna está sendo formalmente investigado.
Divulgar o próprio nome e a atuação profissional é um direito.
Usar o nome da Festa Ploc nas redes, competindo diretamente com o conteúdo de denúncia da vítima — que além de administradora é a única e legítima
sócia formal da empresa é mais do que descaso, é covardia, falta de empatia e violência patrimonial institucionalizada.